domingo, 27 de janeiro de 2008

COREMAS: UM OÁSIS NO SERTÃO PARAIBANO















VÍDEO CARNAVAL MOLHADO DE COREMAS:

COREMAS: UM OÁSIS NO SERTÃO PARAIBANO

Os sertões do Nordeste do Brasil são regiões de climas semi-áridos já em pleno processo de desertificação. Devido a sua localização geográfica, encravado no Polígono das Secas, decorrentes do embarreiramento do Planalto da Borborema, que impede o avanço à umidade vinda para essa região. Como se vê, o problema é climático, e, obviamente, o homem, o poder público, tinha e tem como solucionar ou na pior das hipóteses amenizar esta situação.

Um descaso e digo mais, até mesmo um “crime de responsabilidade”. É, a respeito do município de Coremas – PB, este referido município é detentor de um dos maiores complexos hídricos da região Nordeste, cuja capacidade máxima chega a mais de 1.350.000,000 m³ (um bilhão e trezentos e cinqüenta milhões de metros cúbicos de água), além de dispor de uma hidrelétrica que, na década de 1970, abastecia quase toda região sertaneja como fonte geradora de energia elétrica. Atualmente a mesma hidrelétrica conta com uma subestação que está interligada ao sistema CHESF, com Paulo Afonso, no estado da Bahia.

Esse grandioso complexo, construído nas décadas de 1940 e 1950, tem como meta mais ambiciosa e importante a implantação de um pólo de desenvolvimento, denominado Meridiano 38, cujo projeto se encontra atualmente no Ministério da Integração Regional da Presidência da República do Brasil.

Caso seja implantado o projeto Meridiano 38 em nosso estado, vai trazer redenção de todo Sertão Paraibano, prevendo inclusive a criação de uma faculdade de agronomia, uma escola técnica agrícola, um centro administrativo de política agrícola, visando à irrigação de milhares de hectares de terras, tendo como epicentro deste pólo de desenvolvimento justamente a cidade de Coremas.

Havendo decisão política de implantar esse projeto, poder-se-ia afirmar que o “Sertão vai virar Mar”, propiciando o desenvolvimento regional do semi-árido estadual, tornando-o economicamente forte gerando emprego e renda para milhares de paraibanos.

.O complexo hídrico Coremas Mãe d’água já foi responsável, durante décadas, pela produção de peixes para a alimentação, chegando até mesmo a ultrapassar a produção de todo o Litoral do estado, nas décadas de 70 e 80. Decorrente disso, os pescadores de Coremas e a sociedade como um todo estão solicitando aos poderes públicos federal, estadual e municipal a elaboração de uma política de piscicultura para o município, com o intuito de recuperar a produção perdida. O desejo principal do povo coremense seria que ocorresse a industrialização da produção do pescado, gerando emprego e renda para centenas de pessoas.

Além da necessidade da recuperação do setor pesqueiro, os habitantes locais alegam que poderá haver ainda investimentos no setor turístico, com melhorias na infra-estrutura do acervo histórico da cidade, pertencente ao Dnocs. Entre os pontos a serem recuperados, estariam a “Pracinha do Dnocs”, o cinema, o Balneário de Mãe D’Água, além de urbanizar o Balneário do Rio da Turbina, buscando junto à PBTur a sua inclusão no Guia do Turístico da Paraíba.

É inadmissível um município como Coremas – PB ser detentor de uma considerável infra-estrutura (água e energia) para um desenvolvimento sustentável , no entanto sua população é uma das mais pobres, em termo relativo, do Estado da Paraíba. Isto é um absurdo!

Diante disto, urge, pelo menos se acabar essa cultura, essa mentalidade dos seus agricultores, que só plantam depois que chove. Quando na maioria dos casos muitos têm água, às vezes até corrente, e energia dentro de suas propriedades. Aliás, isto é uma prática costumeira em todo o Nordeste do Brasil. Um exemplo disto é que as margens do Rio São Francisco existem verdadeiros bolsões de misérias.



EXTRAÍDO DO LIVRO:ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA.
www.aguapss.rg3.net
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
www.pedroseverino.xpg.com.br


LEIA NO
www.google.com.br
“ PEDRO SEVERINO DE SOUSA”








sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

AQUECIMENTO GLOBAL...






NATURE: VULCÃO SERIA RESPOSÁVEL POR DERRETIMENTO
Quirin SchiermeierNature




VEJA VÍDEOS SOBRE ATIVIDADES VULCÂNICAS...
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ttp://www.youtube.com/watch?v=hrvcOj8rRQo&feature=related








Cientistas localizaram um vulcão ativo por sob o gelo da Antártida, e constataram que sua mais recente erupção aconteceu há apenas dois mil anos. O ponto se localiza por sob a região da ilha Pine, na crosta de gelo oeste da Antártida, porção do território na qual o derretimento das geleiras vem acontecendo em ritmo mais rápido do que em qualquer outra área do continente. A dramática descoberta pode ajudar a explicar as causas dessa perda especialmente rápida de gelo.Ainda que a concepção mais comum sobre a Antártida seja a de uma plácida imensidão gelada, os cientistas sabem que o continente abriga diversos vulcões ativos, alguns dos quais expõem suas porções superiores por sobre o gelo.


O monte Erebus, localizado na ilha Ross, em meio ao mar de Ross, é a o mais famoso dos vulcões antárticos ativos, e sua atividade contínua está em observação desde a década de 70.
Essa atividade vulcânica já havia levado alguns geólogos a suspeitar de que vulcões operando sob a camada de gelo poderiam afetar seu derretimento e o fluxo do gelo no continente, mas não existia confirmação quanto a isso até o momento.


Hugh Corr e David Vaughan, do projeto britânico de pesquisa antártica, sediado em Cambridge, no Reino Unido, analisaram dados obtidos por observação aérea via radar da área, três anos atrás, e ficaram espantados ao identificar um sinal excepcionalmente forte de reflexão de radar proveniente de uma camada de média profundidade da crosta de gelo - um ponto que oferecia reflexão de radar mais forte do que a do leito rochoso abaixo.


A única explicação válida para o resultado é que o gelo contivesse uma camada de cinzas geradas por erupção vulcânica recente, eles concluíram em artigo para a Nature Geoscience.


"O achado criou certa sensação", diz Karsten Gohl, geofísico do Instituto Alfred Wegener de Pesquisa Polar e Marítima, em Bremerhaven, Alemanha. "Nós suspeitávamos que existisse atividade vulcânica na região, mas não dispúnhamos de provas sólidas."


A equipe de cientistas britânicos estima que entre 0,019 e 0,31 km³ do material conhecido como "tephra" - fragmentos soltos de cinza vulcânica - tenham sido emitidos em uma erupção acontecida por volta do ano 325 AC. "Essa foi provavelmente a maior erupção vulcânica na Antártida ao longo dos últimos 10 mil anos", diz Vaughan.


"Ela deve ter aberto um imenso buraco na camada de gelo e gerado uma pluma de cinzas e gases com altura de 12 km." As cinzas, depositadas sobre uma área mais ou menos equivalente à do País de Gales, teriam sido posteriormente soterradas por nevascas sucessivas. A equipe determinou a data da erupção modelando o ritmo pelo qual a neve poderia ter se acumulado sobre as cinzas, e estudando a profundidade do gelo presente por sobre a cinza hoje.


A estimativa quanto à dimensão das erupções é provisória e não tem bases muito firmes, admitem os cientistas. "Trata-se apenas de nosso melhor palpite", afirma Vaughan. "Um dia espero que possamos perfurar o local até a profundidade necessária a comprovar a avaliação."Outras erupções vulcânicas acontecidas sob a camada de gelo também poderiam ter surgido recentemente na região, mas seria difícil localizar indícios. A maior parte das camadas de cinzas teriam sido carregadas para o mar devido ao rápido recuo do gelo antártico.


Gohl diz que os planos para uma expedição que ele conduzirá ao oeste da Antártida em 2010 incluem uma busca por traços de material vulcânico nos sedimentos oceânicos.


Mundo quenteA geleira da ilha Pine está sofrendo uma redução de tamanho da ordem de 1 km ao ano, e também está perdendo espessura à razão de alguns metros anuais, com o influxo das geleiras derretidas em direção ao mar. Na improvável hipótese de que todo o gelo dessa imensa região gélida se derreta, o nível dos oceanos do planeta subiria em 15 m.


Os cientistas acreditam que a maior parte do degelo da camada glacial esteja acontecendo como resultado do aquecimento da água dos oceanos, que acelera o derretimento dos icebergs.Mas a existência de atividade vulcânica nessa porção da Antártida ocidental significa que o calor geotérmico, que aquece as geleiras de baixo, também poderia desempenhar papel importante no rápido derretimento registrado no local. "Uma condição muito básica - a temperatura encontrada por sob as geleiras - mudou, depois dessa descoberta", diz Sridhar Anandakrishnan, glaciologista da Universidade Estadual da Pensilvânia, em University Park. "Quem quer que deseje modelar o fluxo de gelo do oeste da Antártida, no futuro, precisa levar esse novo dado em consideração."
FONTE: TERRA

(
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2269675-EI8278,00.html )



DIANTE DESTE MATÉRIA POSTADA ACIMA...ENTÃO, VEJA COMO "O VULCANISMO"... PROVAVELMENTE, INFLUÊNCIA O CLIMA DA TERRA...



"EL NIÑO" E SUAS POSSÍVEIS "CAUSAS"...

( Pois, não existem Efeitos... Sem Causas...)



"El Niño", fenômeno geofísico, localizado no litoral Peruano, que aquecem as águas do Oceano Pacifico, de moderado a severo, de tempo e tempo. Que considero ser um dos fatores climatológico mais relevante e determinante do comportamento do clima da terra, pois, quando se faz previsões de secas para o próximo ano,e/ou anos subseqüentes, para todas as regiões semi-áridas da biosfera terrestre, são devido, ao El Niño, ou seja, são causadas pelo o El Niño, e mesmo assim, a ciência Meteorológica, ainda desconhece a sua causa.


E como se sabe, para todo efeito existe uma causa. Não se concebe que um fenômeno geofísico tão determinante da climatologia terrestre seja desconhecido sua causa. Entretanto, só se combate se previne ou pelo menos ameniza os efeitos, conhecendo-se as causas. Um exemplo bem prático disto é na medicina, em que, para se tratar e/ou curar uma determinada doença, será preciso, primeiro se conhecer as causas (diagnóstico) desta doença. Isto, no entanto, é o principio básico, a relação causa e efeito de todo conhecimento científico.


Portanto, é inconcebível, desconhecer esta causa. Que, aliás, além disto, que é mais intrigante, é que com aquecimento dessas águas do Oceano Pacifico localizado no litoral Peruano, obviamente, suscitando intensa evaporação, pois, como por exemplo, em Lima sua capital,aumenta consideravelmente seus índices de chuvas. Enquanto que, apesar dessa já mencionada intensa evaporação, provocada em período de El Niño, e por que, no invés de levar "Umidades"(vapores de água) para as regiões semi-áridas(Nordeste do Brasil, Indonésia e Austrália Setentrional), leva aridez(clima seco) para essas citadas regiões? No caso especifico do Semi-Árido do Nordeste do Brasil, pergunto, são desconhecidas essas causas?


No caso da Indonésia e Austrália Setentrional, ao meu vê, são devido à existência de inúmeros de vulcões continentais, neste mencionados países, que simultaneamente, nos períodos da ocorrência do El Niño, supõe(grifo meu), que seja devido à ocorrência de atividades de cadeias de vulcões neste já propalado litoral peruano, enquanto que, na Indonésia e Austrália Setentrional, nos seus referidos vulcões continentais, não ocorrem uma atividade plena de seus vulcões, aonde não são expelidos lavas, entretanto, devem ocorrem semi-atividades, aonde são expelidos gases hidrocarbonetos halogenados, altamente quentes, que são levados a aquecerem a suas troposfera(camada de condensação das chuvas), pelo visto, dificultando, suas formações de chuvas. Deve-se ressaltar que a ciência geológica defende a tese de que El Niño é provocado devido ao deslocamento das placas tectônicas, que, por sua vez, através de suas fissuras, liberam gases altamente quentes do magma vindo do interior da Terra e/ou por atividades (erupções) de cadeias vulcânicas submersas no Oceano Pacífico ocidental, localizadas na costa do litoral peruano.


É mais do que lógica esta tese, do contrário como se explicar o aquecimento dessas águas? Alguns meteorologistas atribuem o aquecimento dessas águas aos ciclos de manchas solares que ocorrem no intervalo de 12 em 12 anos. Para o melhor esclarecimento: manchas solares são grandes atividades de explosões nucleares e, em conseqüência disto, o Sol emite maior intensidade de calor para o seu sistema solar. Porém, não justifica que só aqueça o local do El Niño, pois as manchas solares, por pequenas que sejam, são bem maiores que o planeta Terra. E afinal, o que significa o El Niño? Na terminologia da palavra, significa o Menino Jesus. Devido, na ocorrência deste fato, essas águas oceânicas do pacífico ficam tão aquecidas, que grandes quantidades de cardumes de peixe, vêm à tona. Em decorrência disto, facilita a sua pescaria, e que também provoca uma grande mortandade de peixes. Isto, no entanto, para os pescadores peruanos, é considerado como se fosse, uma Graça de Deus. Pois, neste período da ocorrência do El Niño, no Peru, país da América do Sul, aumenta substancialmente a produção do pescado em tonelada/peixe e que até mesmo chega a exportar...


Pois, os plânctons, algas(flora marinha), vem a tona levando, simultaneamente grandes cardumes de peixes, decorrente do superaquecimento dessas águas na plataforma dorsal deste mencionado oceano. Então, com se vê, existe uma cultura do povo peruano, concernente ao El Niño, que a ciência meteorológica, usou-se deste termo El Niño, para classificar os períodos de estiagens nas diversas regiões da biosfera terrestre(Semi-árido Brasileiro, Indonésia, Austrália Setentrional, entre outras), como períodos de El Niño....Na ausência do El Niño, segundo, os meteorologistas, vem atuar o "La Nina", em toda sua plenitude, que são chuvas causadas por convergências de umidades intertropicais, decorrentes da intensidade do calor da estação do verão, onde atua o Vórtice (redemoinho) de convergência intertropical, somatizadas com incidências de frentes frias. Agora, que considero uma classificação descabida, de se classificar a estação chuvosa(dentro da normalidade) das regiões semi-áridas da biosfera terrestre, de "La Niña", em uma convenção, mal colocada, pois, não existe, em nenhuma parte do mundo, culturalmente falando, a cultura do La Niña, a Menina Jesus...


Deixando este fato e/ou outras conjeturas de lado, retornemos de fato(segundo, meu ponto de vista) para a essência do El Niño. Por ser a principal, causa na formação de secas, a todas as regiões semi-áridas da biosfera terrestre... Por outro lado, provoca enchentes no sul e sudeste do Brasil, e como também, fortes chuvas no Alasca e no Canadá... Será que essas fortes chuvas no Alasca e na Canadá, são decorrentes do El Niño? Ou é, devido, das atividades vulcânicas submersas no oceano pacífico, próximas a esses países?...Deixando as águas marítimas dessas localidades(Alasca e Canadá), susceptíveis a intensa evaporação, que por via de conseqüência, formando chuvas. Em qualquer, quadrante da biosfera terrestre quer seja no Hemisfério Sul e no Norte, as chuvas são formadas, por convergências de umidades intertropicais e/ou por frentes frias. Naturalmente, as umidades intertropicais e as frentes frias, são formadas, basicamente, por estações de calor, principalmente, no verão, nos seus respectivos hemisférios.
Entretanto, segundo, meu ponto de vista, as atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos, vem aquecer as águas marítimas e oceânicas. Corroborando em parte, na evaporação das umidades intertropicais e formação de frentes frias. Já as "semi-atividades vulcânicas,", pois, não expelem lavas, só gases(ar quente e seco), que circundam os continentes, dissipam as condições favoráveis à formação de chuvas... Pois, o ar quente e seco, oriundo do interior dos vulcões em atividades ou não, chegando ao meio ambiente das regiões semi-áridas, aquecem a camada fria da troposfera., que funcionaria, como camada de condensação das chuvas...


Não é a toa, que no deserto de Atacama, no Chile, na vila de Calama, não chove a séculos... Pois, o deserto de Atacama, fica bem próximo de uma cadeia de vulcões no litoral chileno e como também, devido à Cordilheira dos Andes, obstruírem o avanço de umidades para o interior deste mencionado País. Estudando o "Vulcanismo", se vê que existem inúmeros vulcões submersos nos mares, e principalmente, em todos os oceanos(Pacífico, Atlântico e Indico)da hidrosfera terrestre, afora os vulcões que circundam os continentes. Na América do Sul ocidental, desde seu extremo sul, na Patagônia Chilena até o seu extremo Norte, na Colômbia na divisa com a América Central no Panamá. Não é diferente também, desde o extremo sul da América Central Ocidental até extremo norte da América do Norte, divisa com circulo polar ártico.Principalmente, na Indonésia, que é plenamente, circundada por vulcões. Por falar na Indonésia, na literatura da "Ciência Meteorológica, diz, que os períodos de estiagens(secas) na Indonésia e regiões circunvizinhas, como por exemplo, na Austrália setentrional, decorrem devido ao El Niño". Mas, entretanto, são, mais, decorrentes, das atividades dos vulcões, que circundam a Indonésia, Liberando gases quentes e secos para o clima da Indonésia, dissipando as possíveis formações de chuvas.




PEDRO SEVERINO DE SOUSA


" PEDRO SEVERINO DE SOUSA"


terça-feira, 22 de janeiro de 2008

O AQUECIMENTO GLOBAL...














E O SEPARATISMO CLIMATOLÓGICO...
( De fato não existe o aquecimento global... )


VÍDEOS ERA GLACIAL:





VÍDEOS AQUECIMENTO GLOBAL






É mais do que notório, que devido ao aumento exacerbado das emissões de gases poluentes jogados na atmosfera e o acelerado processo de desertificações da biosfera, vem provocando mudanças climáticas irreparáveis para o clima da Terra...Decorrente disto, se vê, a olho nu, que o clima da Terra estar ocorrendo aqui, ou melhor, em todos os quadrantes da biosfera, e agora, é esta turbulência climatológica nunca vista antes, de invernos e verões rigorosos, de umas extremidades térmicas sem precedentes e o pior, com uma crescente cronologia deste quadro...Quando no Hemisfério é inverno, são invernos extremamente frios e no outro Hemisfério é verão, são verões extremamente quentes... Logicamente a conjunção (combinação) dos gases poluentes (dióxido de carbono, entre outros) com o ar seco decorrente do processo acelerado da desertificação, vem, ao meu vê, provocando este desequilíbrio climatológico no comportamento do clima da terra...



Ora, agora por que, este fenômeno atípico de temperaturas extremas, aonde é verão, é extremamente quente, que se dar uma impressão de um Aquecimento Global... E aonde é inverno, é extremamente frio, que se dar uma impressão, de uma era glacial?... Não precisa ser nenhum expert em climatologia, para se entender este fenômeno atípico da natureza terrestre... Então, vamos para o trivial:



A grande emissão dos gases poluentes (dióxido de carbono) jogados na atmosfera terrestre, pelas as Indústrias, fabricas, automóveis, entre outros... E mais o gás metano exalado dos aterros sanitários (lixões) de todas as cidades existentes no mundo...Além dos gases hidrocarbonetos halogenados emitidos pelas atividades e semi-atividades dos vulcões continentais, provoca aonde é verão, o “efeito estufa”, ou melhor, o Aquecimento tido como Global...De fato, na realidade, com se vê, não é aquecimento global, e sim, semi-global, pois, só aquece o Hemisfério que é verão... Já no outro Hemisfério que é inverno, sua temperatura diminui muito a baixo de zero, dando uma falsa impressão de um período glacial...Por outro lado, o ar seco provocado pelo processo da desertificação, que é natural, porém, acelerada pelo homem, deixa o ar atmosférico, com um certo vazio, ou seja, com pouca matéria, que durante o dia aumenta as incidências dos raios solares, principalmente durante as estações de calor (verão, primavera, outono), aumentando substancialmente a temperatura durante o dia...Já durante a noite esta temperatura cai, devido à precipitação do ar frio vindo da estratosfera...Só para se uma idéia, que segundo, a ciência climatológica, para cada 200(duzentos) metros de altitude, a temperatura cai 1(um) grau Celsius, ou seja, a troposfera no seu cume, logo abaixo da camada de ozônio, chega até ter uma temperatura de – 100 graus Celsius negativos...Então, este processo de aumento de temperatura durante o dia, e sua queda durante a noite, que é a climatologia irredutível das regiões de clima desérticos...Que sem sobra de duvida, provoca este clima de aquecimento global, aonde é verão, e de intenso frio, ande é inverno, dando uma falsa impressão de um momento glacial...



Diante disto, é oportuno destacar como se comporta o clima aqui na terra:
O clima de um lugar depende de vários fatores: latitude, altitude, maior ou menor continentalidade, e principalmente as massas de ar exercem influência na região.
Existem alguns tipos mais importantes de clima na superfície terrestre:equatorial, tropical, temperado, frio, etc. Mas existem alguns fatores locais que agem sobre o clima provocando alterações.



Esses fatores locais, quando muito intenso dão origem aos chamados microclimas, que são variações dentro de um determinado tipo de clima (tropical, equatorial, etc.), ou seja, uma área com algumas características climáticas diferentes das áreas vizinhas, como a temperatura do ar, índice de chuvas, etc. São climas locais de lugares específicos, uma cidade, por exemplo, que foram modificados em função de fatores muitas vezes produzidos pelo homem, como a construção de uma imensa represa, a intensa poluição do ar, o desmatamento e a construção de enormes edifícios como espigões na orla marítima.



A construção de uma imensa represa artificial, por exemplo, consegue amenizar um pouco a temperatura local, por causa da influência da água, efeito semelhante aos locais situados próximo do mar. A maior evaporação e a maior quantidade de vapor d’água na atmosfera aumenta as precipitações de chuvas.



O desmatamento de matas e florestas tem um efeito contrário: provoca um aumento na temperatura do ar e uma diminuição nas precipitações. As árvores fornecem sombra e amenizam o calor ao perderem água pelas folhas. As áreas de florestas são mais chuvosas que as áreas desmatadas, graças a dois elementos principais: a evapotranspiração das plantas, que fornecem mais vapor d’água para a atmosfera; os inúmeros grãos de pólen, uma espécie de poeira de origem vegetal, que as plantas emitem que existem no ar e servem de elemento aglutinador para as gotículas de águas das nuvens e nevoeiros. As minúsculas gotas de água normalmente se juntam ao redor de poeira ou pólen, comuns nas regiões florestais, ficam mais pesadas e caem sob a forma de chuva.



A industrialização e o crescimento de uma cidade, com a multiplicação de edifícios, do asfalto nas ruas e avenidas, etc. acabam por aumentar a temperatura média e o índice de pluviosidade, principalmente quando são cidades litorâneas. A maior quantidade de partícula no ar, poeira, fuligens, as grandes extensões de concreto e asfalto e aumento de gás carbônico emitido pelas fábricas e pelos escapamentos dos carros contribuem para elevar a temperatura do ar local.
As grandes cidades, principalmente, quando têm muitas indústrias que poluem o ar, sempre possuem um microclima próprio, um clima em geral um pouco mais quente e até abafado no centro da cidade, quando existem edifícios que impedem a penetração e passagem dos ventos (umidades) para áreas circunvizinhas. Isto é explicado pelo seguinte fato: geralmente chove mais nas grandes cidades do que nas zonas rurais (campos) dessas grandes cidades. Decorrentes disto, já criaram até ditados populares: enquanto que o homem da zona rural diz e lamenta que “chove mais na cidade do que na zona rural”, o homem da cidade diz: “Deveria chover no campo e não na cidade”.



Como se vê, com o contínuo crescimento da urbanização, ou seja, as matas, florestas e vegetação sendo substituídas sucessivamente pelas “selvas de pedras”, isto provoca vulnerabilidade ao equilíbrio da natureza. Pois, diminui consideravelmente a evapotranspiração, a evaporação dos solos umedecidos, que são cobertos pelas construções civis. Decorrente disto diminui a umidade relativa do ar destes ecossistemas e, no decorrer do tempo, cria-se uma climatologia, tendenciando a ter um clima semelhante ao clima deserto, quente e árido.



A principal causa do clima deserto é sua aridez, devido sua baixíssima umidade relativa do ar, que deixa seus dias extremamente quentes, de 51º (cinqüenta e um graus Celsius), e à noite relativamente fria, 15º (quinze graus Celsius), como exemplo o deserto do Saara. Isso decorre da ausência de vapor de água na sua atmosfera, ou melhor, na troposfera, camada mais baixa da atmosfera, onde se formam as chuvas. Essa ausência de massa gasosa provoca certo vazio atmosférico, que possibilita o aumento da intensidade da incidência dos raios solares durante o dia na superfície dos seus solos arenosos. Já à noite, acontece a inversão térmica: esfria. Este esfriamento é decorrente também da falta do vapor de água que inexiste nesta mencionada atmosfera e possibilita a queda do ar frio da troposfera para a superfície da área desértica. Deste modo, esfria a alta temperatura, no transcorrer do dia.Donde se conclui que não existe o aquecimento global, e sim, o separatismo climatológico, aonde é inverno, existem temperaturas de períodos glaciais... Aonde é verão, existem temperaturas bem acima das temperaturas das medias globais, se dando uma falsa impressão de um aquecimento global...




Diante disto, se ratifica que:




“ De fato não existe o aquecimento global... E sim, o separatismo climatológico...”






DO AUTOR DO LIVRO: ÁGUA: A ESSÊNCIA DA VIDA.


PEDRO SEVERINO DE SOUSA




João Pessoa (PB), 06.05.2007




DIANTE DE QUADRO ORA ABORDADO ACIMA...



VEJA ENTREVISTA DO CIENTISTA LUIZ CARLOS MOLION, A ESTA QUESTÃO:



(ENTREVISATA DO PROFESSOR LUIZ CALOS MOLIN A REVISTA ISTO É



EM - 08 a 14/07/2007)



“AQUECIMENTO GLOBAL É TERRORISMO CLIMATICO”





Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos...



Por RODRIGO RANGEL




O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar contra a corrente. Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha preocupação.



Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta. Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global. Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61 anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado aquecimento global. Boa notícia?



Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de resfriamento do planeta. “Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser pior”, pontifica. Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos emergentes. O professor ainda faz uma reclamação: diz que cientistas contrários à tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.ISTOÉ - Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?



Molion - É difícil dizer que o aquecimento é global. O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global. Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram mais elevadas que agora. A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que libera metano. Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e 1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de 0,4 grau centígrado. Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2?



Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas temperaturas.



ISTOÉ - Qual seria a origem das variações de temperatura?



Molion - Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo muito singular na variação da sua temperatura.Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global. Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero. Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da superfície do Pacífico, vai afetar o clima.



ISTOÉ - O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da ONU) está errado?



Molion - O painel não leva em consideração todos os dados. Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [exvice- presidente dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2. O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma coisa ridícula. Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de concentração de gás carbônico anteriores. É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.



O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou a 550, 600 ppm.Como é que se jogam fora essas medidas? Só porque não interessam ao argumento? O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só começaram a medir nos últimos 50 anos. O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e, agora, decolando. Ridículo, palhaço.



ISTOÉ - Esses temores são cíclicos?



Molion - Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia: “O mundo está fervendo.” Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova era glacial. Agora, de novo se fala em aquecimento. Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que interferem no clima global.



Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que ocorre no universo. Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação solar no sistema e mudar o clima. Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998. Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos - daí o derretimento das geleiras - e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos entrando numa nova fase fria. Quando esfria é pior para nós.



ISTOÉ - Por que é pior?



Molion - Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de reter umidade e aí chove menos. Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no Brasil como um todo ficou reduzida.ISTOÉ - No que isso pode interferir na vida do brasileiro?



Molion - As conseqüências para o Brasil são drásticas. O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a 20%, dependendo da região. Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser maior, provocando uma freqüência maior de geadas. A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como foi a de 2005. O Nordeste vai sofrer redução de chuva. O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são as que apresentam sinais mais fortes. Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja brasileira. A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de produtividade. Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se houvesse o aquecimento.



ISTOÉ - A quem interessaria o discurso do “aquecimento”?



Molion - Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de resfriamento, eu faço por meio de dados. O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por seus governos. Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente. Vão defender os interesses de seus governos. No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos. Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio público. Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a camada de ozônio. Começou exatamente com a mesma fórmula de agora. Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países subdesenvolvidos a eliminar os CFCs. O Brasil assinou. Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira. É claro que o interesse por trás disso certamente não é conservacionista.



ISTOÉ - Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?



Molion - O Al Gore no filme dele diz “nós resolvemos um problema muito crucial que foi a destruição da camada de ozônio”. Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só se recuperaria depois de 2100?Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista. No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o domínio. No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e, agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global. O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França, Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra royalties de propriedade. E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos maiores da história.



ISTOÉ - O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do aquecimento global?



Molion - É provável que existam interesses econômicos por detrás disso, uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já saíram beneficiados lá atrás.ISTOÉ - Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de frear o desenvolvimento dos países emergentes?Molion - O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já acabou. Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais existentes. É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana, sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.



ISTOÉ - Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento global…



Molion - Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento global. Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que têm interesse no assunto. Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos aprovados. Dançam a mesma música que o IPCC toca.



ISTOÉ - O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?



Molion - Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio. Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química. E o professor Molion ficou na geladeira. De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento internacional. Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.ISTOÉ - O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?



Molion - Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade. É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível do mar.ISTOÉ - Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?
Molion - Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que nós já estejamos dentro de uma nova era glacial. Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem. Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando para um resfriamento. Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para chegar à temperatura mínima. E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade...



FONTE: REVISTA ISTO É







sábado, 19 de janeiro de 2008

LEVAR ÁGUA DA AMAZÔNIA PARA O SEMI-ÁRIDO É ASSUNTO PARA O FUTURO, DIZ MANGABEIRA...




VEJA VÍDEO SOBRE BACIA HIDROGRÁFICA AMAZÔNICA:


NESTA OPORTUNIDADE VEJA VIDEOS SOBRE RECURSOS HÍDRICOS:




http://www.youtube.com/watch?v=nON-dRNKok8&feature=related





VEJA NA ÍNTEGRA INTREVISTA DO MINISTRO ESTRAORDIÁRIO DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS, ROBERTO MANGABEIRA URGEN SOBRE:


LEVAR ÁGUA DA AMAZÔNIA PARA O SEMI-ÁRIDO É ASSUNTO PARA O FUTURO, DIZ MANGABEIRA...





Manaus - Ao encerrar ontem (18) sua visita de quatro dias à Amazônia, o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, destacou a importância de transformar em ações concretas as intenções esboçadas em seu projeto de desenvolvimento econômico sustentável para a região.



Acompanhado por uma comitiva de secretários ministeriais, cientistas e representantes de órgãos do governo, além do ministro da Cultura, Gilberto Gil, que participou dos dois últimos dias da viagem, Mangabeira recolheu todo tipo de reivindicações e queixas locais, mas não explicou em nenhum momento como poderão ser incorporadas às propostas que já trazia no início da viagem.



Segundo o ministro, há um esforço por parte do governo para transformar a Amazônia em prioridade nacional. O ministro garante que não irá descartar ações anteriores, como as prescritas no Plano Amazônia Sustentável (PAS).




“O país começa a acordar para a centralidade da Amazônia na definição do futuro nacional. Começa a compreender que a região não é retaguarda, mas sim vanguarda, um laboratório onde precisamos e podemos construir políticas públicas e instituições que, adaptadas, terão relevância para todo o país.”


Na entrevista que concedeu à Agência Brasil durante o retorno a Brasília, Mangabeira negou a autoria de algumas propostas polêmicas como a construção de um aqueduto para transportar água da Amazônia para o semi-árido brasileiro e a extensão do modelo de organização do setor produtivo com isenções fiscais adotado na Zona Franca de Manaus.Confira abaixo os principais trechos da entrevista.Agência Brasil: A população da região amazônica conheceu o ministro Mangabeira e o Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE) da Presidência da República. Eles podem contar com o desenvolvimento do trabalho iniciado com sua visita à região?Roberto Mangabeira Unger: Ao assumir a tarefa de ajudar a propor e debater um novo modelo de desenvolvimento nacional, um modelo baseado na ampliação de oportunidades econômicas e educativas, me convenci de que esse trabalho só avançará se for traduzido em iniciativas concretas. Medidas que antecipem o rumo que o país busca. Nenhuma dessas iniciativas é mais importante que aquelas a respeito da Amazônia, um espaço privilegiado em que o país pode revelar a si mesmo. Converti-me a esta causa e, agora, quero ajudar a converter meus concidadãos, já que esta é uma causa que pode esclarecer, comover e transformar o Brasil.ABr: E quais serão os próximos passos deste trabalho?


Mangabeira: Temos de dar prosseguimento a este trabalho de três maneiras. Em primeiro lugar, preciso relatar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aos demais ministros o que ouvi e fiz até agora para, assim, receber orientação sobre o que fazer. Em segundo lugar, precisamos chegar a um entendimento com todos os governadores e organizações sociais da Amazônia. Em terceiro lugar, precisamos identificar algumas ações concretas que exemplifiquem e antecipem esta iniciativa.




ABr: E que ações seriam estas? Mangabeira: As grandes diretrizes desta proposta já estão esboçadas. Já tenho uma visão de quais possam ser, mas preciso discuti-las com a equipe de governo e com os governadores. Já avancei muito ao divulgar um texto [o documento Projeto Amazônia – Esboço de Uma Proposta, texto de 17 páginas escrito pelo próprio ministro e distribuído a algumas autoridades e parte da imprensa] para provocar e organizar a discussão, mas que ainda não representa a posição oficial do governo. Não seria correto descrever essas ações sem antes tê-las acertado com o presidente e com os governadores.




ABr: A viagem ao Amazonas e Pará acabou ganhando um amplo destaque por conta da controvérsia em torno de uma suposta declaração sobre a construção de um aqueduto para transportar água da região para o semi-árido nordestino. Qual foi sua real proposta?Mangabeira: Eu não fiz essa proposta de construir um aqueduto. Agora, as falsas controvérsias precisam ser aproveitadas como oportunidades de esclarecimento. Além do que, é preciso distinguir o periférico do central. No projeto, a questão central é o zoneamento econômico ecológico da Amazônia baseado na solução das questões fundiárias e na definição de estratégias econômicas distintas para as diferentes partes da região.




ABr: Mas em seu texto, o senhor trata da indisponibilidade de água em um local enquanto na Amazônia o recurso “potencialmente aproveitável” estaria sobrando. E embora coloque que seriam necessárias novas maneiras de conceber e de construir aquedutos para transportar o líquido de onde tem para onde falta, defende que é necessário olhar para além das tecnologias já existentes.Mangabeira: Ao discutirmos a questão da água, que ocupa um lugar subsidiário no texto que divulguei, eu disse que temos de resolver o paradoxo de que na região que concentra 20% de toda a água doce do planeta, falta água confiável para os habitantes. Temos de resolver esse problema com tecnologias já disponíveis. Só depois, em uma outra etapa, usar tecnologia ainda a desenvolver para que a Amazônia possa participar da solução dos problemas da água no semi-árido brasileiro.




ABr: Então o senhor não afastaria a hipótese de construção de um aqueduto? Mangabeira: Não é eficiente transportar água de uma região para a outra com as tecnologias hoje existentes. Teríamos de desenvolver outras tecnologias. Volto a insistir, vamos distinguir o que é central do que é secundário. Porque conversar sobre isso se há um tema muito mais importante, que é a tecnologia florestal? Um dos grandes temas discutidos é a organização prática do uso controlado e sustentado da floresta. Precisamos desenvolver uma tecnologia apropriada para nossas florestas e dar forma jurídica para a gestão comunitária das florestas. Só assim teremos alternativas ao controle estatal das florestas de um lado, e a entrega às grandes empresas de outro.




ABr: E qual a proposta neste sentido?


Mangabeira: Na Amazônia já desmatada nós temos a oportunidade de não repetir os erros de nossa formação histórica, a chance de organizar um modelo econômico diferente do modelo instaurado nas Regiões Sul e Sudeste no século 20. Um modelo que associe o Estado aos pequenos produtores e que vincule diretamente às vanguardas e às retaguardas do setor produtivo.

]
ABr: E para as áreas ainda preservadas?



Mangabeira: Na Amazônia florestada, devemos dar seqüência prática ao manejo controlado e sustentável da floresta. A grande diretriz e a ambição que inspirou esse projeto foi o compromisso de combinar a intenção produtiva com a preservacionista, promovendo a inclusão social. Ninguém faz isso sem reconstruir as instituições.


ABr: Para as áreas já desmatadas, o senhor defende um modelo igual ao da Zona Franca de Manaus?


Mangabeira: Esta foi outra falsa controvérsia. A Zona Franca é uma resposta singular a uma circunstância singular. Nada indica que faça sentido repetir sua fórmula em outras partes da Amazônia. Há aí, porém, um outro tema, este sim relevante. Não só para a Amazônia como para todo o país. A Zona Franca é um experimento admirável. Não é apenas um conjunto de montadoras, ela abrange empreendimentos avançados.




ABr: Mas houve críticas no sentido de que ela não serviria aos pequenos produtores locais?
Mangabeira: A questão aí é como empreendimentos avançados podem produzir máquinas e bens que empreendimentos mais atrasados possam assimilar. Ou seja, estabelecer um vínculo entre a vanguarda e a retaguarda produtiva. Na região, precisaríamos estabelecer esse vínculo de maneira a qualificar o manejo controlado e sustentado da floresta, com a qualificação tecnológica e organizacional das empresas urbanas. Sobretudo das pequenas empresas, para que elas aproveitem produtos da própria floresta na produção de soluções e máquinas da própria indústria florestal. Aí sim, teríamos uma revolução simultaneamente produtiva, ambiental e social na Amazônia.





ABr: E como tornar isso possível?


Mangabeira: Temos a consciência de que a causa da Amazônia não avançará como pleito regional, mas somente como um projeto nacional.

FONTE: AGÊNCIABRASIL
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/19/materia.2008-01-19.8601562053/view






QUADRO HIDREELÉTRICO, QUE ORA ESTÁ SE APRESENTANDO...

VEJA VÍDEOS ABAIXO:



(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774417-7823-BRASIL+CORRE+O+RISCO+DE+VIVER+NOVA+CRISE+ENERGETICA,00.html )



(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774295-7823-AUTORIDADES+NAO+DESCARTAM+RACIONAMENTO+DE+ENERGIA,00.html )



(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774295-7823-AUTORIDADES+NAO+DESCARTAM+RACIONAMENTO+DE+ENERGIA,00.html )



(http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM773834-7823-ESTIAGEM+PREOCUPA+SETOR+ENERGETICO,00.html )



APÓS TUDO ISTO...ABORDADO ACIMA...AO MEU VÊ:



BACIA AMAZÔNICA: A SALVAÇÃO DA PÁTRIA:




A Bacia Amazônica, a maior do planeta, tem como rio principal o Amazonas, que nasce nos Andes peruanos e deságua no Oceano Atlântico. Esse rio recebe o nome de Marañon, no Peru, e Solimões, no Brasil, passando a ser denominado Amazonas na confluência com o Rio Negro, na cidade de Manaus. Percorrendo 7.100 km, o Amazonas é o maior rio do mundo em extensão e em volume de água, apresentando em sua foz uma vazão média de 215.000 m3/s (duzentos e quinze mil metros cúbicos por segundo). É navegável por navios de grande porte, de Manaus à Ilha de Marajó em sua foz no Atlântico.


Diante do anuncio da previsão da NASA de que no Nordeste do Brasil ocorrerão duas décadas de secas, já a partir do ano 2002, e que o Rio São Francisco morrerá daqui a 60 anos e que, aliás, todas as bacias hidrográficas perenes existentes na face da terra, sem exceção, tenderão a se exaurir, mais cedo ou mais tarde, logicamente o tempo de existência de cada uma dessas bacias hidrográficas varia de acordo com o seu tamanho. Muitas dessas bacias hidrográficas não chegarão a completar um século de existência. Outras, talvez, existirão por centenas de ano. Mas só a Bacia Amazônica perdurará por milênios! Estima-se que a Bacia Amazônica levará mais de três milênios para se exaurir.


Isto será inevitável, até porque é crescente a diminuição gradativa dos índices pluviométricos (chuvas) em todos os quadrantes da biosfera terrestre no transcorrer dos anos, décadas e séculos, devido a permanente mudança na climatologia desta biosfera, decorrente dos efeitos, dos fenômenos naturais, como por exemplos, diminuição gradativa, da emissão da energia, luz e calor por parte do Sol ao longo dos tempos, e também diminuição das atividades vulcânicas, principalmente as submersas nos oceanos, entre outros. E, especialmente, o provocado e acelerado pelo homem, como por exemplos, devastação de matas e florestas e a crescente urbanização, questões estas que abordo e comento em outros capítulos.


Neste caso, diante dessa crescente escassez de recurso hídrico (potável) mundial, até mesmo porque o Brasil, apesar de possuir 11,6 % de toda água doce superficial do planeta, 70% dela se concentram na Bacia Amazônica, onde vivem, apenas 7% da população brasileira, enquanto que no Centro-Sul e Nordeste, onde vivem os outros 93% da população, existem muitas áreas que já enfrentam problemas sérios de abastecimento de água potável. Urge, imprescindivelmente, a necessidade de se fazer as interligações e suas devidas derivações das quatro grandes bacias brasileiras, tendo a Bacia Amazônica como a bacia piloto (a principal) dessas interligações. Deste modo, simultaneamente, além de melhor distribuir esta concentração de água, atende, também, no reabastecimento das grandes represas brasileiras, que alimentam as hidrelétricas de Tucuruí (PA), Boa Esperança (PI), Sobradinho (BA), Três Maria (MG), FURNAS (MG) e até mesmo a binacional Itaipu, no Paraná, divisa Brasil-Paraguai. Por sinal, todas essas represas apresentaram, no ano de 1999, baixos níveis de acumulo d’água.


A grosso modo, pensam que essas obras são inexeqüíveis e de alto valor orçamentário. No que se refere à questão técnica, ou seja, de engenharia dessas obras, o mais difícil é de se vencerem os divisores de águas e que, no resto, ficará por conta de adutoras, canais e até mesmo por gravidade, através das bacias hidrográficas existentes. No que se refere à questão orçamentária, sem sombra de dúvida será um orçamento vultuoso, mas logicamente essas mencionadas obras não serão executadas do dia para a noite. Obviamente, levarão décadas para ser executadas, obedecendo a critérios de demandas de cada bacia hidrográfica, de acordo com sua capacidade hídrica, ou seja, a priori, se executará as interligações mais urgentes, como, por exemplo, Tocantins ao São Francisco. E com o decorrer do tempo, de acordo com as necessidades, virão gradativamente as demais interligações, transposições e suas devidas derivações. Só assim amenizará o impacto orçamentário.



Terão participação neste orçamento todos os poderes públicos constituídos (federal, estaduais e municipais) beneficiados com estes projetos. Como também as companhias hidrelétricas envolvidas nesta conjuntura, como CHESF, Eletronorte, entre outras, e até mesmo a participação das populações favorecidas, através das tarifas públicas de água e energia, criando, deste modo, um verdadeiro Mutirão Orçamentário Nacional, dentro de um orçamento plurianual, até mesmo se preciso, de um orçamento pluridecenal. Portanto, tem de se acabar com esta cultura (mentalidade) dos governantes atuais de não concluírem obras inacabadas de governos anteriores.


Devo ressaltar, caso o Brasil execute esses projetos, que, certamente, no transcorrer do Terceiro Milênio, não precisará (com inteira segurança) de construção de usina dessalinizadora de água do mar, transformando-a em água potável para o uso de sua população. Pois é um custo altíssimo e, mesmo assim, não salva as hidrelétricas. Muitos países, ainda no transcorrer do século XXI, serão obrigados a construir as referidas usinas dessalinizadoras.


EXTRAIDO DO LIVRO: ÁGUA : A ESSÊNCIA DA VIDA.


PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa(PB), 05.08.2002



Leia no www.google.com.br"PEDRO SEVERINO DE SOUSA"

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

A IMPREVISIBILIDADE DAS PREVISÕES METEOROLÓGICAS...



Está mais do que evidenciado, que as ações antrópicas estão desnorteando o clima em todo os quadrantes da biosfera terrestre...Principalmente, no caso especifico do semi-árido do Nordeste do Brasil, aonde apresenta um quadro de estação chuvosa, permanentemente de irregularidade na distribuição espacial e temporal...Onde, inexoravelmente, dificulta ainda mais, previsibilidades destas previsões meteorológicas...Todavia, diante desta incerteza, mão custa fazermos uma reflexão... Não seria salutar, que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudar os fenômenos atmosféricos, deveriam estudar também, os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos...

Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra?

Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens...Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões?


Partindo desses pressupostos, abordados acima, é oportuno(dentro do meu prisma de visão) de se fazer uma analogia, mais analógica desta questão.Ou seja, das influências das atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos e continentais no clima da terra... Onde estão enquadrados(grifo meu) os fenômenos climatológicos El Niño e La Niña... Como é sabido por todos, determinantes do clima da terra...Pois, quando se fala de “Seca” no Nordeste , é devido ao El Niño...E quando se fala em estiagens nas regiões Sul e Sudeste, é devido ao La Niña...Entretanto, o mais inadmissível de tudo isto, é que ainda até hoje... A “Ciência Meteorológica” elaborada pelo os “Doutores” desta área meteorológica desconhecem suas “Causas”.


Todavia, penso eu, como se pode fazer “Previsões Meteorologias”, para anos subseqüentes...Se ainda, os “Estudos Meteorológicos” , não sabem as causas dos fenômenos climatológicos com EL Niño e/ou La Niña? Por isso, as “Incertezas” dessas “Previsões Meteorológicas”(grifo meu).
Diante disto, apesar das previsões meteorologias serem “Otimistas” para o Nordeste, ou melhor, no Semi-árido... Dentro do trimestre(Jan/Fev/ e Mar/2008)... De todos os Institutos Nacionais e Centros de Pesquisas Espaciais, sem exceção. Aonde, ocorrerão incidências de “Chuvas”, dentro da sua normalidade de sua “Média Histórica”. Por decorrência da atuação do La Niña, no período...


Veja vídeo:
Entretanto, até hoje(12.01.2008, Sábado)...Apesar previsões de índices de chuvas de até 90mm para o leste de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte no período de 09.01.2008(Quarta Feira) até 12.01.2008(Sábado)...
Segundo Globo Rural

E o que se viu e estar se vendo até agora às 8:00hs do dia: 13.01.2008(Domingo)...No leste destes citados Estados: Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte....Depois de se consultar os principais Jornais/On-line destes citados Estados... Além dos Institutos especializados...Aonde não se encontrou nenhum registro de chuva significativa...Entretanto, vamos esperar as ocorrências pluviométricas daqui para frente....Pois só estamos no começo.Veja mais previsões de ano/2008 “Bom de Inverno” para os Sertões do Nordeste...
Segundo experiência do homem do campo:

E que no deserto de Atacama no Chile:
Veja diversos vídeos sobre o deserto de atacama:

É o deserto mais seco do mundo... Que na vila Calama, não chove há cinco séculos... Tudo isto decorre, devido o deserto de Atacama, ser circundado por vulcões... E só para ter uma idéia... Dessa gravidade. Só no Chile... Possui mais de 2.800(dois mil e oitocentos)vulcões... Dos quais, mais de 2.000(dois mil) estão “Ativos”. E que ultimamente(Janeiro/2008), estão ocorrendo erupções vulcânicas nas Cordilheiras do Andes...

Veja vídeos abaixo:



Onde da margem de pensar... Será mesmo, que as atividades vulcânicas... Decorrentes através de milhares de vulcões espalhados nas cordilheiras dos Andes... Que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte da Venezuela...São determinantes do clima da América do Sul?

Donde se conclui que o “Viés” de tudo isto...Sobre “Previsões Meteorológicas”...Nunca encontrará a “Exatidão” de suas previsões...Se nunca “Priorizarem” os “Estudos e Pesquisas” ...Com os movimentos magmáticos do interior da terra...

Vejo assim, por que como explicar?...Aonde todos os parâmetros(imagens de satélites, pressão atmosférica, umidade relativa do ar, entre outros)... Afora aos modelos “Matemáticos-Estatisticos” de “Séries Históricas”... De “Décadas”... Com dados meteorológicos, refinados por supercomputadores... Que balizam todos os “Indicadores” das previsões meteorológicas... Mesmo Assim, as previsões meteorológicas são “Imprecisas”...


Diante disto, pergunta-se... Onde está o erro? “Eis a Questão!!!?”


Todavia, dentro meu raciocínio lógico de pensar as possíveis “Causas” das questões meteorológicas para o Semi-árido do Nordeste do Brasil... São mais devidos aos compostos dos gases quentes hidrocarbonetos halogenados emitidos(expelidos) pelas atividades e semi-atividades de milhares vulcões continentais existentes em toda Cordilheira dos Andes...


Que dependendo das intensidades dessas “Atividades Vulcânicas”, mencionadas acima...Certamente, as correntes de ventos alísios, entre a Primavera(21.09 à 21.12) e o Verão(22.12 à 21.03) no Hemisfério Sul...Trazem para o Semi-árido do Nordeste do Brasil, esses gases secos e quentes, oriundos desses referidos vulcões Andinos... E os Sertões do Nordeste do Brasil, por serem formados por “Vales e Depressões”, sendo circundados por Serras e Planaltos... Assim sendo, são regiões de alta pressão atmosférica... Que conseqüentemente, vem aquecer a troposfera(camada da condensação das chuvas) destas regiões sertanejas... Dissipando, em parte, as suas formações de chuvas... Mesmo existindo alta umidade do ar...Tudo isto, em sua essência, são formadores essenciais do conhecido “Polígono das Secas”...


DO ESCRITOR:
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
www.pedroseverino.xpg.com.br
João Pessoa(PB), 19.01.2008

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

CIENTISTAS DESCOBREM OUTRO MOTIVO PARA O DEGELO NA GROENLÂNDIA...

VEJA VÍDEOS QUE MOSTRA ESTA REALIDADE:

O aquecimento global não está sozinho na Groenlândia. Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos acaba de anunciar o que considera outro motivo para o derretimento na maior ilha do mundo – onde o gelo cobre 80% dos 2,1 milhões de quilômetros quadrados.


Trata-se de um pequeno ponto na crosta terrestre por meio do qual o magma aquece o gelo nas camadas mais superficiais. O “ponto quente” foi encontrado no nordeste da ilha que pertence à Dinamarca, sob um local em que foi descoberta recentemente uma corrente de gelo, como são chamadas as placas que se movem mais rápido do que as outras em seu redor.


Os cientistas ainda não calcularam a temperatura do ponto, mas apontam que se for quente o suficiente para derreter o gelo que o cobre – ainda que apenas um pouco – poderá lubrificar a base das placas e fazer com que elas deslizem mais rapidamente para o mar.


As causas também são desconhecidas. “Pode ser que exista um vulcão lá embaixo, mas achamos que é provavelmente apenas a maneira como o calor está sendo distribuído pela topografia nas rochas na base da camada de gelo”, disse Ralph von Frese, professor de Ciências da Terra da Universidade do Estado de Ohio e coordenador da pesquisa. O estudo foi apresentado em reunião da União Geofísica dos Estados Unidos, realizada no dia 13 de dezembro, em São Francisco.


Os cientistas combinaram medidas gravitacionais da área, feitas por uma aeronave do Laboratório de Pesquisas Navais da Marinha norte-americana, com medidas tomadas por radares aéreos. O mapa resultante revela mudanças na massa sob a crosta terrestre, além da topografia da crosta na área em que ela se encontra com o manto de gelo.

“Onde a crosta é mais espessa, as coisas são mais frias. Onde ela é mais fina, tudo fica mais quente. E, sob um lugar tão grande como a Groenlândia ou a Antártica, variações naturais na crosta fazem com que partes do manto de gelo fiquem mais quente do que em outros locais”, explicou von Frese. A espessura do gelo, a temperatura em sua base e a topologia do local são fatores que contribuem para a formação das correntes de gelo, espécies de rios que correm em meio a um grande manto. Recentemente, essas correntes na Groenlândia têm movido o gelo mais rapidamente para o mar, diminuindo a cobertura na ilha. Uma vez que o gelo atinge o mar, ele derrete e eleva os níveis oceânicos.

“O derretimento completo dessas placas de gelo continentais seria suficiente para colocar a maior parte da Flórida, bem como New Orleans e mesmo New York, debaixo d’água”, disse von Frese.
“O comportamento dos grandes mantos de gelo é um importante medidor das mudanças climáticas globais. Entretanto, para separar e quantificar eficientemente os impactos humanos nas mudanças climáticas, temos que entender também os impactos naturais”, destacou o cientista.
Fonte: Agência FAPESP



UMA REFLEXÃO CRÍTICA

Segundo esta matéria abordada acima...

Fica mais do que evidenciado...
Que, os movimentos magmáticos do o interior da terra... Principalmente, as atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos (não esquecendo também, as atividades vulcânicas continentais ). Ao meu vê, são fatores determinantes do clima da terra.

Partindo desses pressupostos, abordados acima, é oportuno(dentro do meu prisma de visão) de se fazer uma analogia, mais analógica desta questão.

Ou seja, das influências das atividades vulcânicas submersas nos mares e oceanos e continentais no clima da terra... Onde estão enquadrados(grifo meu) os fenômenos climatológicos El Niño e La Niña... Como é sabido por todos, determinantes do clima da terra...Pois, quando se fala de “Seca” no Nordeste , é devido ao El Niño...E quando se fala em estiagens nas regiões Sul e Sudeste, é devido ao La Niña...Entretanto, o mais inadmissível de tudo isto, é que ainda até hoje... A “Ciência Meteorológica” elaborada pelo os “Doutores” desta área meteorológica desconhecem suas “Causas”.

Todavia, penso eu, como se pode fazer “Previsões Meteorologias”, para anos subseqüentes...Se ainda, os “Estudos Meteorológicos” , não sabem as causas dos fenômenos climatológicos com EL Niño e/ou La Niña? Por isso, as “Incertezas” dessas “Previsões Meteorológicas”(grifo meu).

Então, como esclarecedor desta premissa(as causas do El Niño e /ou La Niña).Tão enfocados nos meus artigos, neste interino, posto aqui um deles:

A IMPREVISIBILDASE DAS PREVISÕES METEOROLÓGICAS

(
http://pedroseverinoonline.blogspot.com/2007/12/imprevisibilidade-das-previses.html).
Que, certamente, esclarecerá este meu pensamento...



Diante disto, apesar das previsões meteorologias serem “Otimistas” para o Nordeste, ou melhor, no Semi-árido... Dentro do trimestre(Jan/Fev/ e Mar/2008)... De todos os Institutos Nacionais e Centros de Pesquisas Espaciais, sem exceção. Aonde, ocorrerão incidências de “Chuvas”, dentro da sua normalidade de sua “Média Histórica”. Por decorrência da atuação do La Niña, no período...
Veja vídeo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM757560-7823-METEOROLOGIA+PREVE+VERAO+MAIS+QUENTE,00.html

Entretanto, até hoje(12.01.2008, Sábado)...Apesar previsões de índices de chuvas de até 90mm para o leste de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte no período de 09.01.2008(Quarta Feira) até 12.01.2008(Sábado)...

Segundo Globo Rural

E o que se viu e estar se vendo até agora às 8:00hs do dia: 13.01.2008(Domingo)...No leste destes citados Estados: Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte....Depois de se consultar os principais Jornais/On-line destes citados Estados... Além dos Institutos especializados...Aonde não se encontrou nenhum registro de chuva significativa...Entretanto, vamos esperar as ocorrências pluviométricas daqui para frente....Pois só estamos no começo.

Veja mais previsões de ano/2008 “Bom de Inverno” para os Sertões do Nordeste...Segundo experiência do homem do campo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM775608-7823-OS+PROFETAS+CEARENSES+DO+CLIMA,00.html


Entretanto, seria salutar...Aonde afirmo no Artigo(A IMPREVISIBILIDADE DAS PREVISÕES METEOROLÓGICAS)... Que os "Estudiosos" desta Ciência Meteorológica, ao invés só de estudar os fenômenos atmosféricos, deveriam estudar também, os fenômenos Magmáticos do interior da terra, como por exemplo, o vulcanismo, principalmente, as atividades dos vulcões submersos nos mares e nos oceanos.

Não será que o aquecimento das águas do Oceano Pacifico, no litoral Peruano, conhecido pelo fenômeno meteorológico de EL NINO, seja decorrentes de cadeias de atividades vulcânicas? E saber também, a mensuração dos gases expelidos, como por exemplos, dos vulcões existentes em toda costa do Oceano Pacifico, que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte do Alasca... E vê, se esses gases expelidos por esses inúmeros vulcões referidos anteriormente, não influenciam o clima da terra?


Sabe-se, que o País da Indonésia, sofre o mesmo problema climatológico, como o semi-árido do Nordeste do Brasil, periodicamente e permanentemente, sofre com os seus períodos de estiagens...Não será por que, a Indonésia, é toda circundada por vulcões?



E que no deserto de Atacama no Chile:
Veja diversos vídeos sobre o deserto de atacama:


É o deserto mais seco do mundo... Que na vila Calama, não chove há cinco séculos... Tudo isto decorre, devido o deserto de Atacama, ser circundado por vulcões... E só para ter uma idéia... Dessa gravidade. Só no Chile... Possui mais de 2.800(dois mil e oitocentos)vulcões... Dos quais, mais de 2.000(dois mil) estão “Ativos”.

E que ultimamente(Janeiro/2008), estão ocorrendo erupções vulcânicas nas Cordilheiras do Andes...


Donde dar margem de pensar... Será mesmo, que as atividades vulcânicas... Decorrentes através de milhares de vulcões espalhados nas cordilheiras dos Andes... Que vai deste do extremo sul da patagônia chilena até o estremo norte da Venezuela...São determinantes do clima da América do Sul?


Donde se conclui que o “Viés” de tudo isto...
Sobre “Previsões Meteorológicas”...
Nunca encontrará a “Exatidão” de suas previsões...
Se nunca “Priorizarem” os “Estudos e Pesquisas” ...
Com os movimentos magmáticos do interior da terra...



Vejo assim, por que como explicar?...Aonde todos os parâmetros(imagens de satélites, pressão atmosférica, umidade relativa do ar, entre outros)... Afora aos modelos “Matemáticos-Estatisticos” de “Séries Históricas”... De “Décadas”... Com dados meteorológicos, refinados por supercomputadores... Que balizam todos os “Indicadores” das previsões meteorológicas... Mesmo Assim, as previsões meteorológicas são “Imprecisas”...

Diante disto, pergunta-se... Onde está o erro? “Eis a Questão!!!?”

Todavia, dentro meu raciocínio lógico de pensar as possíveis “Causas” das questões meteorológicas para o Semi-árido do Nordeste do Brasil... São mais devidos aos compostos dos gases quentes hidrocarbonetos halogenados emitidos(expelidos) pelas atividades e semi-atividades de milhares vulcões continentais existentes em toda Cordilheira dos Andes...


Que dependendo das intensidades dessas “Atividades Vulcânicas”, mencionadas acima...Certamente, as correntes de ventos alísios, entre a Primavera(21.09 à 21.12) e o Verão(22.12 à 21.03) no Hemisfério Sul...Trazem para o Semi-árido do Nordeste do Brasil, esses gases secos e quentes, oriundos desses referidos vulcões Andinos... E os Sertões do Nordeste do Brasil, por serem formados por “Vales e Depressões”, sendo circundados por serras e planaltos... Assim sendo, são regiões de alta pressão atmosférica... Que conseqüentemente, vem aquecer a troposfera(camada da condensação das chuvas) destas regiões sertanejas... Dissipando, em parte, as suas formações de chuvas... Mesmo existindo alta umidade do ar...Tudo isto, em sua essência, são formadores essenciais do conhecido “Polígono das Secas”...





DO ESCRITOR PEDRO SEVERINO DE SOUSA
www.pedroseverino.xpg.com.br
JOÃO PESSOA(PB), 13.01.2008















quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

BACIA AMAZÔNICA: A SALVAÇÃO DA PÁTRIA

QUADRO HIDROELÉTRICO, QUE ORA ESTÁ SE APRESENTANDO...
VEJA VÍDEOS ABAIXO:
( http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774417-7823-BRASIL+CORRE+O+RISCO+DE+VIVER+NOVA+CRISE+ENERGETICA,00.html )

( http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774295-7823-AUTORIDADES+NAO+DESCARTAM+RACIONAMENTO+DE+ENERGIA,00.html )

( http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM774295-7823-AUTORIDADES+NAO+DESCARTAM+RACIONAMENTO+DE+ENERGIA,00.html )

( http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM773834-7823-ESTIAGEM+PREOCUPA+SETOR+ENERGETICO,00.html )




A Bacia Amazônica, a maior do planeta, tem como rio principal o Amazonas, que nasce nos Andes peruanos e deságua no Oceano Atlântico. Esse rio recebe o nome de Marañon, no Peru, e Solimões, no Brasil, passando a ser denominado Amazonas na confluência com o Rio Negro, na cidade de Manaus. Percorrendo 7.100 km, o Amazonas é o maior rio do mundo em extensão e em volume de água, apresentando em sua foz uma vazão média de 215.000 m3/s (duzentos e quinze mil metros cúbicos por segundo). É navegável por navios de grande porte, de Manaus à Ilha de Marajó em sua foz no Atlântico.

Diante do anuncio da previsão da NASA de que no Nordeste do Brasil ocorrerão duas décadas de secas, já a partir do ano 2002, e que o Rio São Francisco morrerá daqui a 60 anos e que, aliás, todas as bacias hidrográficas perenes existentes na face da terra, sem exceção, tenderão a se exaurir, mais cedo ou mais tarde, logicamente o tempo de existência de cada uma dessas bacias hidrográficas varia de acordo com o seu tamanho. Muitas dessas bacias hidrográficas não chegarão a completar um século de existência. Outras, talvez, existirão por centenas de ano. Mas só a Bacia Amazônica perdurará por milênios! Estima-se que a Bacia Amazônica levará mais de três milênios para se exaurir.

Isto será inevitável, até porque é crescente a diminuição gradativa dos índices pluviométricos (chuvas) em todos os quadrantes da biosfera terrestre no transcorrer dos anos, décadas e séculos, devido a permanente mudança na climatologia desta biosfera, decorrente dos efeitos, dos fenômenos naturais, como por exemplos, diminuição gradativa, da emissão da energia, luz e calor por parte do Sol ao longo dos tempos, e também diminuição das atividades vulcânicas, principalmente as submersas nos oceanos, entre outros. E, especialmente, o provocado e acelerado pelo homem, como por exemplos, devastação de matas e florestas e a crescente urbanização, questões estas que abordo e comento em outros capítulos.


Neste caso, diante dessa crescente escassez de recurso hídrico (potável) mundial, até mesmo porque o Brasil, apesar de possuir 11,6 % de toda água doce superficial do planeta, 70% dela se concentram na Bacia Amazônica, onde vivem, apenas 7% da população brasileira, enquanto que no Centro-Sul e Nordeste, onde vivem os outros 93% da população, existem muitas áreas que já enfrentam problemas sérios de abastecimento de água potável. Urge, imprescindivelmente, a necessidade de se fazer as interligações e suas devidas derivações das quatro grandes bacias brasileiras, tendo a Bacia Amazônica como a bacia piloto (a principal) dessas interligações. Deste modo, simultaneamente, além de melhor distribuir esta concentração de água, atende, também, no reabastecimento das grandes represas brasileiras, que alimentam as hidrelétricas de Tucuruí (PA), Boa Esperança (PI), Sobradinho (BA), Três Maria (MG), FURNAS (MG) e até mesmo a binacional Itaipu, no Paraná, divisa Brasil-Paraguai. Por sinal, todas essas represas apresentaram, no ano de 1999, baixos níveis de acumulo d’água.


A grosso modo, pensam que essas obras são inexeqüíveis e de alto valor orçamentário. No que se refere à questão técnica, ou seja, de engenharia dessas obras, o mais difícil é de se vencerem os divisores de águas e que, no resto, ficará por conta de adutoras, canais e até mesmo por gravidade, através das bacias hidrográficas existentes. No que se refere à questão orçamentária, sem sombra de dúvida será um orçamento vultuoso, mas logicamente essas mencionadas obras não serão executadas do dia para a noite. Obviamente, levarão décadas para ser executadas, obedecendo a critérios de demandas de cada bacia hidrográfica, de acordo com sua capacidade hídrica, ou seja, a priori, se executará as interligações mais urgentes, como, por exemplo, Tocantins ao São Francisco. E com o decorrer do tempo, de acordo com as necessidades, virão gradativamente as demais interligações, transposições e suas devidas derivações. Só assim amenizará o impacto orçamentário.


Terão participação neste orçamento todos os poderes públicos constituídos (federal, estaduais e municipais) beneficiados com estes projetos. Como também as companhias hidrelétricas envolvidas nesta conjuntura, como CHESF, Eletronorte, entre outras, e até mesmo a participação das populações favorecidas, através das tarifas públicas de água e energia, criando, deste modo, um verdadeiro Mutirão Orçamentário Nacional, dentro de um orçamento plurianual, até mesmo se preciso, de um orçamento pluridecenal. Portanto, tem de se acabar com esta cultura (mentalidade) dos governantes atuais de não concluírem obras inacabadas de governos anteriores.


Devo ressaltar, caso o Brasil execute esses projetos, que, certamente, no transcorrer do Terceiro Milênio, não precisará (com inteira segurança) de construção de usina dessalinizadora de água do mar, transformando-a em água potável para o uso de sua população. Pois é um custo altíssimo e, mesmo assim, não salva as hidrelétricas. Muitos países, ainda no transcorrer do século XXI, serão obrigados a construir as referidas usinas dessalinizadoras.




EXTRAIDO DO LIVRO: ÁGUA : A ESSÊNCIA DA VIDA.
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa(PB), 05.08.2002
"PEDRO SEVERINO DE SOUSA"